Mudar os rumos da vida exige coragem, e o que não falta a essa pessoa é isso. Coragem e força misturadas em um caldeirão de delicadezas. Se tivesse que generalizar e reduzir minhas irmãs a poucos clichês, diria que a Débora sempre foi a sonhadora da família – doce, gentil, sensível. Mas ninguém é uma coisa só, nem redução de nada, e junto com a mulher romântica vive um bicho indomável, com sede de novas aventuras. Ela, jornalista de formação, prova isso agora dando um lindo cavalo de pau na carreira e investindo numa paixão: joias artesanais. E é impossível pra mim não babar minha irmã pra vocês, com licença. Sendo ela quem é, as joias não são uma joia qualquer. Todas têm um contexto, um significado afetivo que faz tanto sentido pra ela quanto pra quem usa. Tudo começou com um anel de nuvem, primeira peça feita por

Um convite para Janta

Em 16 de novembro de 2017 por Carolina Nogueira

Me dei conta, na saída da peça Janta 2, domingo passado, que amadureci como

Quero tirar onda de parente do Esdras Nogueira

Em 09 de novembro de 2017 por Carolina Nogueira

Sinceramente, gente. Sinceramente. Que safra de músicos, essa cidade. Que momento. Já parou pra ouvir a música autoral brasiliense? Especialmente a instrumental? Pois deveria. Falta espaço maneiro pra tocar, sobra lei do silêncio – mas bem maior que o conservadorismo